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GitFest: transforme seu GitHub em um lineup de festival

Como surgiu o GitFest Alguns anos atrás comecei a ver um monte de gente postando no Instagram um cartaz de…

Como surgiu o GitFest

Alguns anos atrás comecei a ver um monte de gente postando no Instagram um cartaz de festival com o “line up” feito a partir do Spotify, tipo o Instafest, ou um recibozinho com as músicas mais ouvidas, tipo o Receiptify. Achei aquilo muito bacana: pegar um dado meio chato, tipo uma lista de artistas mais ouvidos, e transformar numa imagem bonita, com cara de convite, pra compartilhar.

E aí bateu a pergunta óbvia pra quem programa: por que só o Spotify tem esse tipo de coisa? Por que a gente, dev, não pode ter uma imagem assim com os nossos repositórios do GitHub?

Foi dessa vontade que nasceu o GitFest.

🔗 Repositório: github.com/Igorcbraz/GitFest
🌐 Demo: git-fest.vercel.app

O que o GitFest faz

A ideia é simples: você entra com seu usuário do GitHub, o GitFest busca seus repositórios e monta uma imagem no estilo cartaz de festival, como se cada repositório fosse uma atração no line up. Dá pra escolher entre duas linhas visuais:

  • O template próprio do GitFest, com a identidade da plataforma;
  • Um template no estilo Rock in Rio, pra quem quer aquela cara de festival “de verdade”.

No fim, você tem uma imagem prontinha pra baixar e postar, mostrando seus repositórios como se fossem as atrações do seu festival particular.

Uma coisa que fiz na mão

Uma das partes que mais gosto nesse projeto é justamente a identidade visual.

Na época em que fiz o GitFest, as IAs ainda não estavam tão presentes no desenvolvimento como estão hoje. Então, em vez de gerar o visual e depois transformar aquilo em código, eu mesmo montei o modelo principal do site no Photoshop.

Depois de terminar o design, exportei o que precisava e fui transformando aquilo em SVG e código, até chegar em uma versão que pudesse funcionar de forma dinâmica para qualquer pessoa que usasse a plataforma.

Ou seja, o cartaz que aparece no GitFest não é simplesmente uma imagem pronta. A ideia era ter uma estrutura visual que o código pudesse preencher com os dados de cada usuário e gerar um resultado diferente para cada GitHub.

Foi um processo bem mais manual do que eu provavelmente faria hoje, mas justamente por isso é uma das partes que mais gosto de lembrar desse projeto.

Por que eu voltei a falar sobre ele agora

Esse projeto não é novo. Fiz a primeira versão dele há um tempo, cheguei a escrever um post em inglês no Medium contando a ideia.

Mas o motivo de eu estar trazendo ele de volta agora é outro: no post anterior aqui do TabNews, sobre o GitAscii, o GitFest apareceu como um dos widgets externos da plataforma, um projeto meu mais antigo linkado dentro de um projeto mais novo.

Isso me deixou com vontade de contar a história dele com mais calma, num post só pra ele.

O aprendizado por trás do cartaz

Mais do que a imagem final, o que ficou desse projeto pra mim foi a experiência de trabalhar com a API do GitHub: buscar repositórios de um usuário, decidir quais critérios usar pra escolher quais entram no “line up”, lidar com limites de requisição e fazer tudo isso enquanto eu ainda estava aprendendo bastante sobre integração com APIs externas.

O GitFest foi um projeto pequeno, mas acabou servindo como um ótimo laboratório pra aprender essas coisas na prática.

Onde estou agora

O GitFest é open source e continua ativo. Se você curte a ideia, dá uma olhada e gera o seu: git-fest.vercel.app.

Contribuições, sugestões de novos templates e feedback são muito bem-vindos no repositório.

E se você ainda não viu, dá uma conferida também no GitAscii, meu projeto mais recente, onde o GitFest hoje mora como um dos widgets.

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

Sobre o que trata “GitFest: transforme seu GitHub em um lineup de festival”?
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O que a matéria explica sobre “Como surgiu o GitFest”?
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O que a matéria explica sobre “O que o GitFest faz”?
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O que a matéria explica sobre “Uma coisa que fiz na mão”?
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O que a matéria explica sobre “Por que eu voltei a falar sobre ele agora”?
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Elena Prado

Elena Prado

Elena Prado integra a equipe editorial do Estrato Mente, vertical da rede Estrato, na função de Repórter de Neurociência. O escopo permanente de cobertura inclui sono, cérebro e performance, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

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